Bom dia, amorzinhos. Tudo bem com vocês?
Estou extremamente entusiasmada com a série "Desventuras em Série", e ,no domingo, terminei o décimo primeiro livro, faltando apenas mais dois para a série chegar ao fim. Confesso que estou com meus sentimentos divididos, não sei se fico feliz por estar prestes a saber a causa do incêndio da mansão Baudelaire, e, ao mesmo tempo, triste por saber que nunca mais saberei sobre a vida dos três irmãos e suas infortunas desventuras.
Livro: A Gruta Gorgônea
Autor: Lemony Snicket
Editora: Seguinte
Páginas: 288
Sinopse:O novo volume que dá sequência à crônica da trágica e desgostosa vida dos irmãos Baudelaire está, como sempre, repleto de infortúnios. Aqueles que ignorarem a advertência de Lemony Snicket - que diz: "Como autor dedicado que jurou registrar a deprimente história dos Baudelaire, preciso continuar me aprofundando profundamente nas profundezas cavernosas das vidas dos órfãos. Mas você pode se aprofundar na leitura de um livro mais alegre e evitar que seus olhos e seu humor se afoguem" - encontrarão Violet, Klaus e Sunny em um tobogã, descendo as águas cinzentas do Arroio Enamorado. A situação não é das melhores: depois de resgatar Sunny das garras do Conde Olaf, os Baudelaire se vêem separados do amigo Quigley, numa jornada rumo ao pé das Montanhas de Mão-Morta. A viagem só não é mais desagradável graças à aparição do submarino Queequeg, que resgata os três das águas violentas do Arroio. Capitaneado pelo excêntrico Andarré, o minúsculo Submarino Q e sua Tripulação de Dois ainda abriga Fiona, enteada do capitão, e Phil, que já havia ajudado os Baudelaire no infeliz episódio da Serraria Alto-Astral. Em busca de um misterioso açucareiro, os seis chegam à Gruta Gorgônea, onde cogumelos venenosos e a aparição de um certo conde podem precipitar desenlaces ainda mais tristes na vida da trinca desafortunada.
O décimo primeiro livro começa extremamente emocionante, vendo os três irmãos naufragando no rio, que antigamente era o tobogã de gelo das Montanhas de Mão-perdida. Eles se deparam (por sorte) com o submarino Queequeg, onde são acolhidos pelo comandante Andarré, sua enteada Fiona, e, um antigo amigo - da época da Serraria Alto-Astral - Phil.
Os irmãos se vêem felizes em poder ajudar aquelas pessoas, pois estas são da cisão do Bem, e com isso, auxiliam eles à consertar o submarino, verificar as rotas nas cartas náuticas e no preparo das refeições. Elas se deparam, mais uma vez, com o mistério da C.S.C., sendo que neste livro está sendo representado como o açucareiro que está desaparecido. Klaus, com suas habilidades de decifrar textos, descobre que o açucareiro está na Gruta Gorgônea, e assim, começa a mais nova jornada.
O narrador começa a nos mostrar que juntas, as crianças, conseguem escapar de qualquer problema. Elas utilizam suas habilidades para resolver os problemas mais complexos e estranhos que alguém pode ter. Mesmo estando a muito tempo sozinhos, os irmãos Baudelaire não perdem as esperanças de encontrar um de seus pais vivo, nos ensinando que nada é tão impossível a ponto de desistir.
Confesso que estou apaixonada por essa série, ela envolve de maneira sútil muita informação do dia-a-dia. Poemas, textos e autores através do Klaus; Invensões, inventores e ideias inovadoras através da Violet; e culinária, tradições de povos e truques para se cozinhas através da Sunny. É incrível como ele pode colocar tão sutilmente diversos assuntos, não nos esquecendo que este livro é infantil e é necessário muito cuidado ao adicionar informações desse tipo, pois são muito complexas para a faixa etária que se destina o livro.
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Irmãos Baudelaire entrando em um taxi para fugir do senhor Poe |
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Sunny preparando a refeição na Gruta Gorgônea |
Classificação: 
Estou extremamente ansiosa para ler o próximo livro e poder resenha-lo..